Introdução

"O clone de todas aquelas obras produzidas no auge da febre dos vampiros pelo qual ninguém esperava, que ninguém pediu, e que chega à festa já podre de bêbado e com pelo menos dez anos de atraso." - tagline oficial

"ESTOU A SENTIR PROFUNDAMENTE ESTA LITERATURA" - a pobre alma que se ofereceu para fazer a capa 


"Wat." - um gajo qualquer num dos grupos de escrita do Facebook onde o projecto foi partilhado


"Vais escrever Twilight nos Açores?" - O CARALHO QUE VOU, MAR! AÇORES É PARA SEREIAS E PIRATAS SEXY


apresentando . . .

O General Vampiro Romano e a sua Gaja

Maria Carlota Tinto tem 26 anos e acabou de ser posta fora de casa pelo namorado. Gravemente deprimida, sem amigos e com a conta bancária a zeros, muda-se para Coimbra, onde tem uma tia que é a única pessoa de norte a sul disposta a dar-lhe tecto. Não anda em busca de um novo amor. Tem o coração partido e não acredita que exista ser humano capaz de o remendar. 

Varius Aurelius Silva tem dois mil cento e sessenta anos e trocos. Passou os últimos dois milénios enterrado debaixo de um monumento nacional porque resolveu fazer uma sesta e o despertador ainda não tinha sido inventado. Gosta de andar à pancada com povos bárbaros, longas marchas por território conquistado e sangue tipo O+. Não está virado para relações; só quer mesmo restituir a glória da República e saber o que stercus os ibérios andaram a fazer para escangalharem o latim desta maneira. 

Serão o amor e a tesão fortes o suficiente para manter este par invulgar junto, contra tudo e contra todos? (Vulgo: exércitos vampiros; freiras de combate; bruxas aziadas; espectros ainda mais aziados; figuras históricas convenientemente reanimadas e TAMBÉM extremamente aziadas; a comissão de praxe.) Irá o Varius aprender a falar português em condições? Tornar-se-á a Maria Carlota menos choninhas? Conseguirá D. Inês de Castro perdoá-los por pinarem no spot dela?

Esperemos.*



(* literalmente, este é um projecto secundário actualizado de forma esporádica, desculpem qualquer coisinha)